Como funciona a cremação? Perguntas Frequentes

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A cremação vem crescendo no Brasil e também no mundo inteiro. Trata-se processo de redução do corpo humano para fragmentação de ossos, utilizando altas temperaturas através do fogo.

O crescimento é causado por uma opção economicamente viável, que soluciona também a escassez de espaço cada vez maior nas cidades, e principalmente, pela sustentabilidade do meio ambiente.

No Brasil já existem mais de 50 crematórios, número que tende a crescer cada vez mais, devido à procura cada vez maior. Os homens, principalmente os gregos, já praticavam essa técnica desde 1000 anos antes de Cristo. Os romanos, seguindo a mesma tradição, adotaram a prática por volta de 750 a.c.

Eles consideravam uma técnica nobre, que reverenciava os mortos. No Japão, devido a falta de espaço para enterrar os mortos, a cremação foi adotada a partir de 550 d.c., através do Budismo.

Porém, apesar de cada vez mais adotada, a cremação ainda gera muitas dúvidas, principalmente, no que diz respeito ao seu funcionamento e como formalizar o processo. Por isso, vamos esclarecer alguns pontos.

Como funciona a cremação?

Antes de mais nada é preciso saber que a cremação só pode ser oficializada, primeiro, com uma autorização da própria pessoa em vida ainda, através de documento registrado. Ou, na falta deste, uma autorização específica de um familiar próximo, acompanhada da devida certidão de óbito.

Como dito acima, a técnica de cremação consiste em submeter o corpo humano a uma temperatura de aproximadamente 1300 a 1500 graus celsius, em forno crematório, desenvolvido especificamente para esse fim.

Lembrando que nenhuma célula de nosso corpo resiste a uma temperatura acima de 1000 graus. Esse processo só pode ser feito após 24 horas após o óbito e demora cerca de 2 a 3 horas, dependendo de cada corpo.

Ao final do processo, restarão apenas cinzas e alguns fragmentos de ossos, que são triturados para que os grânulos fiquem perfeitamente uniformes e sejam entregues aos familiares.

Cremação: Perguntas frequentes

No que difere o velório em si?

Basicamente, no velório, não há nenhuma diferença se o falecido irá ser cremado ou sepultado. O velório ocorre normalmente e, no caso da família optar pela cremação, o corpo será levado ao crematório.

O que é feito com as cinzas?

Assim como a opção do falecido em relação a cremação, também o destino de suas cinzas pode ter sido preestabelecido por ele. Se não, caberá à família o seu destino. Há opções como:

  • Urnas hidrossolúveis (que se desmancham na água);
  • Urnas com húmus e sementes de árvore, que podem ser plantadas com as cinzas;
  • Cinzas podem ser jogadas ao mar ou em rios;
  • Pode ser feita um diamante;
  • Pode-se pintar um quadro com tinta a óleo;
  • Agências especializadas podem enviar as cinzas para orbitar a Terra.;
  • Colocar no chamado “columbário”, que é o local disponível no próprio crematório e feito especialmente para esse fim.

A cremação custa caro?

Atualmente, ao contrário do que muitos pensam, a cremação é financeiramente mais viável que o sepultamento. Os custos com velório são os mesmos. Porém, não há gastos com o jazigo, ornamentação de túmulos ou manutenção constante do mesmo.

A cremação é aceita por todas as religiões?

Sim, em sua maioria, as religiões aceitam a cremação. Mas existem as exceções, como ortodoxos judeus, islâmicos, ortodoxos orientais e algumas religiões cristãs fundamentalistas. A Igreja Católica aceita a cremação, desde que ela não seja  escolhida por razões alheias aos ensinamentos cristãos.

Como ter certeza de receber os restos mortais corretos?

As principais prestadoras de serviço de cremação possuem rigorosas políticas e procedimentos operacionais, a fim de maximizar o nível de serviço e minimizar a possibilidade de erros humanos. Quando houver dúvidas, consulte os responsáveis pelo serviço, assegurando-se de que os procedimentos adotados sejam os mais satisfatórios possíveis.

Esperamos ter esclarecido suas dúvidas sobre a cremação. Para ler mais assuntos relacionados a este, assine nossa newsletter.

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