Qualidade de vida depois dos 70: Sim, é possível!

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Graças ao desenvolvimento da medicina e outras ciências que estudam o aumento da longevidade física, hoje em dia é possível se obter uma ótima qualidade de vida depois dos 70 anos.

Há algumas décadas, uma pessoa com 60 anos já parecia uma figura muito mais idosa, era o chamado “velho”. Talvez até pelas roupas que eram usadas e pela aparência em geral, a sensação era de que realmente aparentava ter muito mais idade. Agora imagine uma pessoa com 70 anos naquela época.

Neste contexto se torna necessária uma série de cuidados, senão anteriormente ao longo da vida, pelo menos ao se atingir a terceira idade. E essa qualidade de vida tem que vir acompanhada de atividades para o corpo em si, com uma atenção dobrada à parte psicológica e social.

Qualidade de vida depois dos 70 exige atividade física

A atividade física, seja em grupo ou sozinho, mesmo em casa, é fundamental em qualquer etapa de nossas vidas. São muitos tipos e maneiras de praticá-las, o que facilita muito a escolha certa para cada pessoa.

Se por um lado, com o avanço da idade, há muita perda de musculatura e mesmo óssea, por outro, com a atividade física recupera-se não só de parte dessa perda, como faz também com que o idoso se sinta mais inserido na sociedade e, consequentemente, mais disposto a enfrentar o dia a dia.

Juntamente com os cuidados com uma alimentação saudável, baseada sempre em muitas verduras, legumes, frutas, carnes brancas e peixes, com menos carboidratos, gorduras, produtos industrializados, sódio e açúcar, etc. a pessoa atingirá e se manterá na terceira idade com predisposição e saudável.

De bem com o mundo

Nessa fase da vida não é fácil manter-se predisposto e digamos, de bem com o mundo. São muitas as possibilidades de tristezas e perdas. Além do afastamento de trabalho, as condições físicas diminuem, os amigos começam a minimizar, os parentes morrem ou se afastam cada um com seus problemas, a renda muitas vezes diminui, e assim por diante.

O conhecimento, que há pouco parecia muito importante, também parece diminuir. Isso porque com o rápido avanço tecnológico, é necessário um aprimoramento constante, quase impossível em comparação aos mais jovens.

Mas tudo isso deve ser compensado pela experiência de vida. E aí é que entra a bagagem acumulada. São os conselhos que podem dar a seus próximos, o relato da experiência adquirida ao longo da vida com seus próprios erros e acertos.

Idosos podem fazer os outros entenderem o que realmente importa, ou seja, os sentimentos mais intrínsecos, como a gentileza, a gratidão, o bem querer, a afetividade, a simpatia, etc. Tudo isso, além de ajudar aos outros, contribui para que o próprio idoso tenha mais amor próprio, criando assim um círculo de bem-estar.

Xô isolamento!

Um dos motivos que mais contribui para a perda da qualidade de vida de um idoso, sem dúvida nenhuma, é o isolamento. Se a pessoa adquiriu um bom padrão de vida para sua vida nessa fase, é necessário que não perca seu poder de convivência social.

Anteriormente, a condição era de líder da família, o chefe, a mestra, enfim, alguém que os outros dependiam e respeitavam. Agora, com o avanço da idade, a condição muda. Embora o respeito continue, é importantíssimo que se mantenha vínculos constantes, cuidados especiais e se estimule o máximo possível o convívio social. Seja com a própria família ou com outros que partilhem os mesmos ambientes.

São esses, em suma, os segredos de uma vida saudável, feliz, e gratificante após os 70 anos. Com certeza, se conseguir esse feito, o idoso, terá como participar e ajudar seus descendentes a adquirir sabedoria. E, também,  mais tranquilidade para enfrentar a terceira idade quando chegar a vez deles.

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