Tudo sobre o processo de cremação. Entenda!

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Cada vez mais comum e procurada pelas famílias, a cremação vem se mostrando alternativa viável para quem não tem jazigo em cemitérios ou prefere um processo menos nocivo ao meio ambiente.  

Há alguns fatos sobre cremação que muita gente não sabe. Por exemplo, o hábito de cremar corpos humanos é milenar. Os primeiros vestígios da prática remontam ao século 10 A.C. 

Dizem que os antigos gregos queimavam os corpos de soldados em fogo aberto pra depois enviar as cinzas para a terra natal deles. Ao longo da história, houve leis que proibiram a cremação nos mais diversos cantos do mundo. 

Até hoje, existem religiões que não aceitam que se dê este destino às pessoas após a morte. Os judeus, por exemplo, acreditam que a alma se separa do corpo lentamente e, por isso, não veem com bons olhos a cremação. 

Impacto ao meio ambiente

A cremação não é prejudicial ao meio ambiente, em comparação ao enterro em cemitérios. A queima de um corpo humano libera somente pequenas quantidades de água e gás carbônico.

Da cremação, sobram cerca de 1,5 quilos de cinzas. Enquanto que a decomposição do corpo de um adulto sob a terra dura por até 24 meses, contaminando lençóis freáticos, se não for utilizado o INVOL, e originando cerca de 13 quilos de ossos enterrados. 

O processo de incineração evita que terrenos sejam ocupados com corpos, oferecendo riscos de contaminação por anos. 

Autorizações necessárias e prazos

No Brasil, o processo de cremação vem sendo aperfeiçoado e é regulado pela constituição de 1988. Se a pessoa deseja ser cremada, o ideal é que em vida, ela deixe uma autorização por escrito e assinada. O desejo dela fica registrado em documento reconhecido em cartório.

Quando isso não ocorre e a família tomar a decisão pela cremação, aí é exigida a assinatura do parente mais próximo em formulário específico, junto com duas testemunhas. 

O tempo exigido entre a assinatura do termo, a entrada de documentos e a cremação em si varia de estado para estado. Isso porque, uma vez feita a cremação, nunca mais poderá ser reconhecida a causa da morte. Por isso, alguns estados exigem um período de espera de 24 a 48 horas.

As etapas do processo de cremação são as seguintes:

Documentos como cópias de RG ou CPF e da certidão de nascimento ou casamento, autorização e atestado de óbito em mãos, contrata-se o crematório. Cuidado importante: se o falecido usava marca-passo cardíaco, este deve ser retirado por médicos. 

É que em caso de explosão desse item, pode haver ferimento nos funcionários envolvidos na cremação, além de danos ao incinerador. Relógios e demais objetos de valor também devem ser retirados. 

A urna, então, chega à câmara de cremação, local onde a temperatura média é de 1.000ºC. Do início à conclusão, são cerca de três a cinco horas, a depender do tamanho do corpo. 

Depois da incineração, os restos mortais compostos de óxidos de cálcio são incinerados novamente ou homogeneizados. Fica então um pó fino esbranquiçado, as cinzas. Estas são colocadas em urna específica e entregues à família, normalmente um dia depois da incineração.

Os parentes costumam aspergir as cinzas em algum lugar que era especial para a pessoa que faleceu. Este gesto é seguido de uma oração, complementando o ritual de homenagem. 

Em tempos de Pandemia

O Grupo São Judas Tadeu já inaugurou o Crematório em Videira. Durante a Pandemia de Coronavírus que o Brasil e o mundo estão enfrentando atualmente, caso a família de alguém que for a óbito devido a esta doença decidir-se pela cremação, o processo precisa ser encaminhado rapidamente. 

A solicitação ao crematório deve ser realizada imediatamente após o falecimento. Agora, leia, também, nosso artigo sobre perguntas frequentes a respeito da cremação!

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